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PROJETO ORIGEM DAS TRANÇAS AFRICANAS SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA PROFA ELIANA TARDE.

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  Tranças: além da estética uma forma de sobrevivência Como as tranças de origem afro entrelaçam o passado e presente sendo um meio de resistência para as mulheres negras Maria Rita Rolim As tranças de cultura africana, carregam uma bagagem ancestral muito forte, já foram utilizadas como ferramenta de sobrevivência durante o período da escravidão, e hoje em dia ainda continuam trazendo o significado de sobrevivência, mas como forma econômia para muitas pessoas negras. Esse tipo de penteado, além dos significados que carregam consigo, para as mulheres negras são forma de proteção e aceitação diante o impacto direto com o racismo estrutural presente na sociedade, interferindo na sua autoestima, segurança e identidade. “ As tranças acabam tento um papel muito importante na resistência negra contra a escravidão. Muitas vezes o cabelo era trançado como um mapa com caminhos para os quilombos, assim como sementes para serem plantadas eram tranças junto do cabelo para serem levadas aos qui...

Projeto produção da boneca Abayomi, na semana da consciência negra: Com as professoras Eliana e Debora periodo Tarde.

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 PROJETO BONECA ABAYOMI A BONECA DOS NAVIOS NEGREIROS. OFISCINA DE PRODUÇÃO   REALIZADO PELOS ALUNOS DA TARDE 6°A E 6°B: Um romance, uma história ou uma verdade?! Conta-se que ela foi criada por mães africanas nos navios negreiros para consolar seus filhos. Na vida real, entretanto, mais que um objeto infantil, abayomi é símbolo de resistência, amor e ancestralidade.

ABAYOMI - TARDE E NOITE - SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

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  ABAYOMI     A boneca Abayomi é uma boneca de pano feita sem costura ou  cola, utilizando apenas nós e tranças.  A boneca Abayomi tem origem na palavra Iorubá e  significa "encontro precioso" ou "aquele que traz  felicidade/alegria". Embora seja frequentemente associada a uma  história romantizada de bonecas feitas por mães em navios  negreiros, a versão moderna popularizada no Brasil foi  desenvolvida pela artesã brasileira Waldilena "Lena" Martins na  década de 1980.   Hoje essa história trouxe para a nossa aula com os alunos do 6º A  e B a reflexão de como o racismo traz desigualdade e prejuízos para toda sociedade. PROFESSORAS MEDIADORAS DA  SALA DE LEITURA:  DÉBORA E ELIANA

TRANÇAS : Valorização e Empoderamento na Atualidade - @leticia_dalma - Noturno

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  TRANÇAS TRANÇAS TRANÇAS TRANÇAS TRANÇAS TRANÇAS TRANÇAS  TRANÇAS As tranças são uma poderosa forma de  valorização da identidade negra , atuando como um símbolo multifacetado de  resistência, herança ancestral, autoestima e empoderamento cultural . Elas transcendem a estética, conectando o passado africano ao presente e futuro da comunidade negra.  Significado Histórico e Cultural Identidade e Status Social:  Na África milenar (desde 3500 a.C.), os penteados trançados eram complexos e indicavam a origem, etnia, status social, idade, riqueza e religião de uma pessoa. Resistência e Sobrevivência (Período da Escravidão):  Durante a escravidão nas Américas e no Brasil, as tranças ganharam um significado crucial de resistência. Eram usadas para: Mapear rotas de fuga  para quilombos, com os desenhos das tranças funcionando como mapas secretos. Esconder sementes e ou...

SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA TALK SHOW – PROFA. ROSÂNGELA MARQUES- NOTURNO

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  TALK SHOW  TALK SHOW  TALK SHOW  TALK SHOW  TALK SHOW Um projeto para a Semana da Consciência Negra com foco em reflexão deve ir além da mera celebração, abordando a história da escravidão, as consequências do racismo estrutural e a valorização da cultura afro-brasileira . No Talk show falou-se sobre o associativismo, protagonismo e feminismo negro. Refletiu-se sobre a importância de maior participação em todas as esferas da sociedade . Ações de que estimulem a leitura e ações de denúncia contra o preconceito racial   também fizeram partem das reflexões. Profa. Mediadora da Sala de Leitura Noturno: Débora Betania

Balada de amor ao vento - Lucas Gonçalves - noturno

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 Clube do livro Vestibular Balada de amor ao vento , romance publicado  originalmente em 1990, marcou a estreia da  moçambicana Paulina Chiziane na literatura.  Ela, que foi na época a primeira mulher a publicar  um livro em Moçambique, também foi a primeira  africana a ser distinguida com o Prêmio Camões  em 2021.  A obra da autora discute as dificuldades e  desafios da condição feminina, sujeita aos  aspectos políticos, culturais e religiosos da  sociedade moçambicana, fortemente patriarcal, criticando a prática de poligamia no país.  A descrição lírica da natureza está sempre  presente, acompanhando e simbolizando os  prazeres e frustrações dos personagens,  construindo assim uma prosa poética que, de  forma semelhante aos romances de seu  conterrâneo Mia Couto, contrasta com a dura  realidade de um país que foi devastado pela  guerra de libertação e os conflitos civis  poste...